Fenway Sports Group (FSG), os proprietários do Liverpool, alegadamente abandonaram os seus planos de adquirir um clube da La Liga. Embora o FSG tivesse demonstrado grande interesse em comprar uma participação maioritária no Getafe, essas discussões foram agora interrompidas. O grupo de proprietários americano estava a explorar um modelo multi-clube, semelhante ao implementado pelo City Group.
O FSG considerou vários clubes em Espanha, incluindo Málaga, Espanyol, Levante e Real Valladolid, bem como o Girondins de Bordeaux e uma participação de 30% no AS Monaco. O Getafe surgiu como o alvo principal, com relatos a sugerir que estava a ser realizada uma auditoria para um potencial negócio de 150 milhões de euros, especialmente porque o presidente do Getafe, Angel Torres, já tinha indicado a sua vontade de vender.
No entanto, o FSG decidiu finalmente não avançar com a aquisição. Os principais fatores na sua decisão incluíram a incerteza da UEFA relativamente à competição europeia entre vários clubes sob a mesma propriedade, juntamente com preocupações sobre os limites salariais da La Liga, o custo total da aquisição e as limitadas potenciais fontes de receita, o que tornava difícil executar a sua estratégia de investimento desejada.
Apesar de relatos anteriores, Angel Torres afirmou desde então que não pretende vender o clube de forma iminente. Ele esclareceu a sua intenção de deixar a presidência assim que as obras de renovação em curso no estádio Coliseum estiverem concluídas, o que está previsto para 2028.
