Uma recente controvérsia surgiu após alegações do ex-jogador e treinador do Barcelona, Xavi Hernández, e do ex-diretor Mateu Alemany, que sugerem que o Presidente Joan Laporta teria deliberadamente impedido o retorno de Lionel Messi ao clube em 2023. Xavi afirmou que um acordo estava em vigor para Messi voltar após o término de seu contrato com o Paris Saint-Germain, mas Laporta recusou-se a aprová-lo. Laporta, que já havia negado essas acusações, agora voltou a abordar a situação após Alemany corroborar a versão de Xavi.
Durante uma entrevista ao Onze de Esport 3, Laporta desqualificou os comentários de Alemany como estrategicamente motivados, declarando: «Quando o ressentimento se une, acaba sendo uma inverdade.» Ele esclareceu que La Liga nunca deu uma aprovação definitiva para o retorno de Messi, refutando a ideia de que apenas sua assinatura estava faltando. Laporta sugeriu que Xavi e Alemany foram «usados» e especulou que Alemany, agora no Atlético de Madrid, poderia estar tentando desestabilizar um rival.
Laporta ainda afirmou que a perspectiva de Xavi sobre o assunto, e suas críticas anteriores sobre sua demissão como treinador em 2024, estão «muito manchadas por um certo ressentimento e, a partir desse sentimento, falta a verdade.» Ele concluiu que as declarações de Xavi indiretamente validam a decisão de substituí-lo, observando: «com quase os mesmos jogadores Xavi perdeu e Flick venceu.»
