Spain Faces FIFA Sanctions for Islamophobic Chants Against Egypt | World Cup 2030 Bid Risk

Noticias de deportivas » Spain Faces FIFA Sanctions for Islamophobic Chants Against Egypt | World Cup 2030 Bid Risk
Preview Spain Faces FIFA Sanctions for Islamophobic Chants Against Egypt | World Cup 2030 Bid Risk

Rephrased Article (English)

The friendly match between Spain and Egypt, which concluded in a 0-0 draw at the RCDE Stadium, was overshadowed by the disturbing conduct of a significant portion of the spectators. Spain’s national team, ‘La Roja’, might face penalties from FIFA due to Islamophobic chants heard three times throughout the game.

The phrase, ‘Who doesn’t jump is a Muslim,’ was repeatedly chanted, causing visible distress to Muslim player Lamine Yamal, who chose not to participate in the post-match lap of honor. While Spain’s coach, Luis de la Fuente, condemned the chants, RFEF President Rafael Louzan dismissed them as merely «an isolated incident.»

Potential Sanctions for Spain Over Chants

According to MD, this event could result in Spain receiving either a partial stadium closure or a monetary fine. FIFA regulations specify that the RFEF could face a €21,000 fine or a partial closure of their stadium for an upcoming match. It remains uncertain if this sanction would apply to their friendly against Iraq in A Coruna or if it might affect their World Cup matches in the United States this summer. The final decision on sanctions will depend on whether the referee included these incidents in his official match report.

Why Wasn’t the Game Halted?

Many questioned why the anti-discrimination protocol was not implemented during the match. Current rules mandate that games be paused and fans cautioned for any display of racist, xenophobic, or discriminatory behavior. A second occurrence typically leads to players leaving the field, and a third can result in the forfeiture of the game.

However, Diario AS clarified that only the referee, Georgi Kabakov, had the authority to stop the match and apply the protocol. It is uncertain whether he was even aware of the chants. The RFEF did display warnings on the stadium’s large screens, urging fans to refrain from discriminatory actions. Local police, the Mossos d’Esquadra, have since launched an investigation into the reported hate crimes.

Spain’s Primary Concern Regarding the Chants

The RFEF’s main worry, according to MD, isn’t just the potential sanctions but rather the possible repercussions for the 2030 World Cup bid. With FIFA currently deciding on venue allocations for each host nation, including Morocco (a country with a 99% Muslim population), there are fears that this display of intolerance could undermine Spain’s bid to host the final and secure all desired venues.


Artigo Reescrito (Português)

O jogo amigável entre Espanha e Egito, que terminou num empate sem golos no Estádio RCDE, foi ofuscado pelo comportamento perturbador de uma parte significativa dos espectadores. A seleção espanhola, «La Roja», poderá enfrentar sanções da FIFA devido a cânticos islamofóbicos ouvidos por três vezes durante o jogo.

A frase «Quem não salta é muçulmano» foi repetidamente cantada, causando visível angústia ao jogador muçulmano Lamine Yamal, que optou por não participar na volta de honra pós-jogo. Enquanto o treinador da Espanha, Luis de la Fuente, condenou os cânticos, o Presidente da RFEF, Rafael Louzan, minimizou a sua importância, referindo-se a eles como «um incidente isolado».

Possíveis Sanções para a Espanha Devido aos Cânticos

De acordo com o MD, este incidente poderá resultar para a Espanha numa interdição parcial do estádio ou numa penalidade financeira. Os regulamentos da FIFA estipulam que a RFEF poderá ser multada em 21.000€ pelo órgão regulador ou enfrentar um encerramento parcial do seu estádio para o próximo jogo. Ainda não está claro se esta sanção seria aplicada ao seu amigável contra o Iraque em A Corunha, ou se poderia afetar os seus jogos do Campeonato do Mundo este verão nos Estados Unidos. A sanção dependerá de o árbitro ter registado os incidentes no seu relatório de jogo.

Por Que o Jogo Não Foi Interrompido?

Muitos questionaram por que o protocolo anti-discriminação não foi aplicado durante o jogo. Os regulamentos ditam que o jogo deve ser interrompido e os adeptos advertidos sobre os incidentes em caso de comportamento racista, xenófobo ou discriminatório. Um segundo incidente resulta na saída dos jogadores do campo, e um terceiro na perda do jogo.

No entanto, o Diario AS esclareceu que apenas o árbitro, neste caso Georgi Kabakov, tem a capacidade de parar o jogo e aplicar o protocolo. Não está claro se ele estava ciente dos incidentes. A RFEF exibiu um aviso nos ecrãs gigantes lembrando os adeptos de não se envolverem em comportamento discriminatório. A polícia local, os Mossos d’Esquadra, já abriu uma investigação sobre os crimes de ódio cometidos.

A Principal Preocupação da Espanha em Relação aos Cânticos

A verdadeira preocupação não é necessariamente a sanção que poderiam enfrentar, mas sim, segundo o MD, o receio da RFEF de um impacto no Campeonato do Mundo de 2030. Enquanto a FIFA delibera sobre quantos locais atribuir a cada país anfitrião, incluindo Marrocos (um país com 99% de população muçulmana), há a preocupação de que esta intolerância possa prejudicar a candidatura da Espanha para sediar tanto a final quanto para incluir todos os locais que desejam.